Segunda-feira, 03 de março de 2025.
Arthur Antunes Coimbra é um dos
grandes camisas 10 da história da Seleção Brasileira e do futebol mundial.
Zico é um dos grandes camisas 10 da história do futebol mundial - Créditos / Divulgação.
A Confederação Brasileira de Futebol
(CBF) parabeniza o ídolo do Flamengo e um dos maiores camisas 10 da
história, Zico, que comemora seu aniversário de 72 anos nesta
segunda-feira (03/03). O ex-jogador foi um dos expoentes do futebol mundial entre
os anos 70 e 80 e se notabilizou pelas cobranças de faltas, qualidade técnica e
poder de decisão.
Nascido em 3 de março de 1953, Arthur
Antunes Coimbra era chamado de Galinho de Quintino, em alusão ao
bairro do subúrbio do Rio de Janeiro, onde cresceu ao lado de seis irmãos,
entre eles Edu, que se destacou no America-RJ, passou por Vasco, Flamengo e
Bahia e jogou na Seleção Brasileira.
Zico foi revelado em 1971 pelo clube
da Gávea, em que teve duas passagens: de 1971 a 83 e de 85 a 89. Foi um dos
responsáveis pela primeira era vitoriosa da equipe carioca nacional e
internacionalmente, junto com nomes do quilate de Júnior, Leandro, Adílio,
Andrade, Nunes, entre outros. É também o maior artilheiro da história do
Maracanã, com 334 gols em 435 partidas.
Na extensa lista de títulos, está o
Mundial de Clubes de 1981 sobre o Liverpool, da Inglaterra, feito entoado até
hoje nas arquibancadas. Pelo Flamengo, foram 731 jogos, 434 vitórias e 508
gols. Além da idolatria que construiu, seu impacto foi tão grande que uma
geração de rubro-negros foi batizada em homenagem ao camisa 10.
Zico é tido como o maior ídolo da história do Flamengo. Créditos: Alexandre Vidal / Flamengo.
Seu sucesso naturalmente o levou à
Amarelinha, pela qual disputou 89 partidas, balançou as redes 66 vezes e
conquistou a Taça do Atlântico (1976), Copa Roca (1976), Copa Rio Branco
(1976), Taça Oswaldo Cruz (1976), Torneio Bicentenário dos EUA (1976), Taça
Brasil-Inglaterra (1981).
Foi convocado para as Copas do Mundo
de 1978, 82 e 86. Em seu segundo Mundial, na Espanha, fez parte de uma das
seleções mais talentosas de todos os tempos e compôs o meio de campo chamado
por Telê Santana com Falcão, Sócrates e Toninho Cerezo. O combinado de craques,
porém, não levantou a taça, mas encantou o mundo pelo futebol vistoso e
ofensivo.
Zico também atuou pela Udinese (1983
a 85), da Itália, e pelo Kashima Antlers (1991 a 94), do Japão. Assim como
ocorreu no Flamengo, tornou-se ídolo para as duas torcidas, em especial para os
japoneses. Após sua aposentadoria em 94, assumiu como dirigente do Kashima
Antlers em 1996 e seguiu até 2002, quando foi contratado para ser o treinador
do Japão. Exerceu tal posição até 2006 e é visto como o maior incentivador do
esporte no país.
Em 1998, ele trabalhou como
coordenador técnico da Seleção Brasileira treinada por Zagallo na Copa da
França. Foi treinador de 2006 a 2008 no Fenerbahçe, da Turquia, onde conquistou
muitos fãs, além de ter sido técnico do uzbeque Bunyodkor, do russo CSKA
Moscou, do grego Olympiacos, da seleção do Iraque, do catari Al-Gharafa e do
indiano Goa.
Fonte: CBF
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