quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Jorge Jesus é visto como sonho no Corinthians, que evita novela e quer definição rápida sobre novo treinador!

Quinta feira, 03 de fevereiro de 2022. 

Jorge Jesus está livre no mercado após ser demitido do Benfica/Portugal. 

Por  Fábio Lázaro e Alexandre Guariglia - Lance.com.br  / São Paulo (SP)

No topo da lista de nomes em que o Corinthians busca para assumir o comando técnico está o técnico Jorge Jesus, que agrada a todos do 'núcleo duro' do futebol corintiano. No entanto, assim que os representantes do Timão foram atrás dos valores do treinador português, ele foi praticamente descartado.

A pedida salarial da comissão técnica do ex-flamenguista para clubes brasileiros gira em torno de R$ 2 a 3 milhões, algo que o Corinthians está definitivamente decidido a não pagar. Uma alternativa poderia ser até uma parceria com um investidor, possivelmente o Grupo Taunsa, que viabilizou financeiramente a contratação de Paulinho e está firme no projeto de contratação de um novo 'camisa 9' para o clube do Parque São Jorge, mas a possibilidade de contar com um parceiro para trazer um treinador ainda não foi discutida internamente dos bastidores corintianos, além de que a ideia da cúpula alvinegra é não abusar dos 'cartuchos' disponíveis com potenciais investidores. Assim sendo, o nome de Jorge Jesus está em um canto a parte da lista corintiana, que não o descarta completamente, mas enxerga como um sonho bem difícil de ser realizado. 

De todo modo, a diretoria do Alvinegro quer definição rápida do seu novo treinador e foge de novelas. Recentemente, Jesus pediu algumas semanas para o Atlético-MG, que o tinha como primeira opção. O Galo, então, descartou o português e fechou com o argentino Antonio Mohamed. 

Um nome que foi levantando nas reuniões da cúpula do Corinthians foi o de Cuca, mas a possibilidade de que o treinador assuma o Timão ainda não foi discutido de forma profunda pelo estafe. 

Campeão brasileiro e da Copa do Brasil com o Atlético-MG no ano passado, Alexi Stival deixou o comando do Galo no fim do ano alegando motivos pessoais. 

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