Quarta-feira, 30 de setembro de 2026.
Número representa quase metade do total visto nos 17 jogos anteriores.
De olho em 'nova geração de futebolistas', Carlo Ancelotti faz muitos testes na Seleção (Foto: Rafael Ribeiro/CBF)
Em dois jogos com a Austrália neste
início de ciclo para a Copa do Mundo de 2030, o técnico Carlo Ancelotti já
utilizou quase metade do número de atletas que colocou em campo nas 17 partidas
que comandou entre a estreia pela Seleção Brasileira, no empate por 0 a 0 com o
Equador em junho do ano passado, e a derrota por 2 a 1 para a Noruega, pelas
oitavas de final da Copa do Mundo. E a quantidade irá aumentar no sábado (3 de
outubro), no último jogo desta Super Data Fifa, diante da Índia, em Calcutá.
Ancelotti convocou 26 jogadores para
estas três partidas amistosas, sendo que 25 entraram em campo por pelo menos
oito minutos. Falta apenas o goleiro Pedro Morisco, já escalado pelo técnico
para o jogo com os indianos.
Entre a estreia no comando da Seleção
e a queda no Mundial deste ano, o treinador utilizou 54 jogadores diferentes.
Àquele grupo, juntam-se agora outros nove nomes: os goleiros Otávio e Pedro
Morisco; os laterais Matheuzinho, Arthur Dias e Mauro Júnior; os zagueiros Jair
e Vitor Reis; e os meio-campistas Gabriel Bontempo, Breno Bidon e Martinelli.
Bidon e Arthur Dias tiveram poucos
minutos nesta terça-feira, quando atuaram com a camisa da Seleção principal
pela primeira vez. Martinelli também estreou, mas entrou em campo mais cedo.
Outros quatro haviam estreado no primeiro amistoso do Brasil com a Austrália,
quando houve empate por 1 a 1. Morisco ainda não jogou, mas Ancelotti afirmou
na coletiva que se seguiu aos 4 a 2 desta terça que o goleiro do Coritiba vai a
campo diante da Índia.
A tendência é que todos eles ganhem
mais minutos na partida em Calcutá. A Índia é apenas a 138ª colocada no ranking
da Fifa, e será de longe a adversária mais frágil da Seleção desde que
Ancelotti assumiu. O jogo, portanto, será propício para o treinador testar
novas opções para o time.
— A prioridade é buscar ou construir
uma nova geração de futebolistas que possam acompanhar a Seleção no futuro
próximo, que é a Copa América e a Copa do Mundo. Essa é a prioridade. Pode ser
que hoje os 26 não sejam os melhores, mas algo temos que fazer —
sustentou o treinador em entrevista na segunda-feira (28).
Por Escrete de Ouro – Com informações
do Lance!