Sábado, 26 de setembro de 2026.
O Fluminense foi outro clube da Série
A do Campeonato Brasileiro que voltou a se manifestar sobre a proibição das
bets no Brasil.
O clube tricolor defendeu que o
debate sobre a proibição das apostas é legítimo.
Além do Flamengo, o Fluminense foi
outro clube da Série A do Campeonato Brasileiro que voltou a
se manifestar sobre a proibição das bets no
Brasil. O anúncio do governo federal, nesta sexta-feira, colocou o
prazo de 5 de outubro para a retirada das publicidades e
sinais de patrocínio.
O clube tricolor defendeu que o
debate sobre a proibição das apostas é legítimo e não deve ser interditado,
reiterando preocupações com endividamento e vício. Entretanto, o texto
publicado ressalva pontos que o veto pode acarretar.
É levantada a questão sobre segurança
jurídica e previsibilidade, citando que as empresas do setor cumpriram a
regulamentação e firmaram contratos que “não podem ser surpreendidos de um dia
para o outro”.
“O clube assumiu compromissos
financeiros para este e os próximos anos contando com esses recursos. Um
exemplo concreto: as lojas do Fluminense têm seis meses de estoque de camisas
com a marca do patrocinador master. Uma mudança abrupta gera prejuízos e pode
custar milhares de empregos em toda a cadeia”, diz um trecho.
Sem bet, BAP estima perda de mais de
R$ 400 milhões no Flamengo.
Luiz Eduardo Baptista, o
Bap, falou, nesta sexta-feira, 25, sobre o impacto que a possível
proibição das apostas esportivas no Brasil terão nas
finanças do Flamengo.
A gente estima que as perdas
imediatas de receita para o ano que vem sejam de R$ 400 milhões a R$ 430
milhões e, sem um preparo prévio, é absolutamente impossível que você consiga
estancar essa sangria”, disse o dirigente em entrevista à CNN Brasil.
Fonte: AFI / RJ
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