Terça-feira, 20 de janeiro de 2026.
A saída do campeão olímpico Isaquias
Queiroz pegou o esporte brasileiro de surpresa, mas foi apenas a ponta do
iceberg da reestruturação que o Flamengo vem fazendo na área olímpica. As
dispensas atingem de atletas profissionais a jovens das categorias de base. A
ordem é cortar custos. Mesmo os que não parecem tão altos assim.
Isaquias Queiroz em homenagem recebida pelo Flamengo após Olimpíadas de Paris; atleta foi dispensado recentemente (Foto: Gilvan De Souza / Flamengo)
O primeiro sinal de mudanças veio
ainda antes do início da gestão de Luiz Eduardo Baptista (Bap), quando a
primeira baixa de peso foi anunciada: Guilherme Caribé. O atleta baiano é o
principal nome da nova geração da natação brasileira. O motivo da saída do
nadador não foi divulgado, embora a distância da Gávea seja apontada como um
ponto em comum em relação à situação de Isaquias Queiroz.
Foi essa a justificativa dada pelo
clube para dispensar todo o time de canoagem. Além de Isaquias, Gabriel
Assunção, Mateus dos Santos e Valdenice do Nascimento também ficaram sem clube.
O Flamengo justificou as dispensas dos atletas alegando que eles não residem e
nem treinam no Rio de Janeiro. Dessa maneira, a distância geográfica
impossibilitaria a consolidação de um trabalho estruturado e a integração com
as categorias de base na capital carioca.
A questão presencial, porém, não foi
levada em conta para outros casos. O Flamengo, por exemplo, decidiu encerrar o
pararemo, que era a única atividade paralímpica do clube. Michel Pessanha,
Gessyca Guerra, Diana Barcelos e Valdenir Junior foram dispensados. Fonte: lance.com
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